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Maceió-Alagoas, Quarta-Feira, 28 de Junho de 2017.

A Ampal

Ampal tem 45 anos de atuação

A ideia de criar a Associação do Ministério Público de Alagoas partiu de um grupo de desbravadores que, corajosamente, tomou a iniciativa de fundar uma associação de classe destinada exclusivamente aos interesses dos membros do Ministério Público, já que os mesmos eram filiados à Associação dos Magistrados. Mas para melhor contar essa história, nada mais justo que entrevistarmos dois associados que fizeram parte da primeira diretoria da AMPAL: Hélio Luna Torres e Itamar Gama e Silva.

O associado Itamar Gama lembra que essa separação foi feita sem qualquer resquício de constrangimento por parte do judiciário. Helio Luna e Itamar relembram ainda que alguns membros do MP foram contra a iniciativa. “Alguns colegas mais antigos refutavam a nossa idéia, tachando a recém-criada associação de mirim, por ser a primeira diretoria composta, na sua maioria, por promotores de Justiça do interior”, revela Itamar acrescentando que esse pensamento não prosperou. De acordo com o pensamento de Hélio Luna, tal iniciativa de criar a associação demonstrou definitivamente a independência dos membros do MP.

A jornada para efetivar a associação começou com a convocação de todos os membros do MP para que aderissem à proposta de criação da entidade. Com retorno favorável, várias reuniões foram realizadas para discutir como seria a atuação da associação. “Colegas idealistas tomaram patente dessa realização como, por exemplo: Aderson Vasconcelos, Virgílio da Rocha Marques, Edwaldo Farias de Menezes de saudosa memória, Hélio Luna Torres, Durval Belo e tantos outros abnegados que não mediram esforços nessa luta”, revela Itamar Gama.


Fundação

Com a aprovação de todos finalmente a AMPAL foi fundada no dia 31 de julho de 1971, no auditório do Fórum “Muniz Falcão”, na rua do Livramento com a presença de 25 promotores de justiça e do Governador Afrânio Salgado Lages. Sob o comando de Aderson Vasconcelos a associação teria como objetivo, defender os interesses gerais do MP, bem como promover semanas de estudos, seminários, congressos para discutir problemas de caráter científico de interesse de classe e de âmbito classista.

As dificuldades para manutenção da AMPAL foram imensas, como classifica o associado Itamar Gama. Adquirir uma sede própria, por exemplo, foi uma luta. “Com muito empenho atravessamos esse obstáculo e conseguimos tal sede, que funciona na Rua do Comércio”. Hélio Luna concorda e diz que hoje a situação da AMPAL já melhorou bastante: “Tivemos várias progressos, além da sede. Junto com as atribuições do promotor de justiça, que hoje são imensas, cresceram também as responsabilidades da AMPAL. Naquele tempo lutava-se muito pela questão do subsídio. Hoje há autonomia orçamentária”, justifica Hélio Luna.


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